Crítica Barry S3: sem propósito

Um matador de aluguel pode mudar de vida? Na série Barry, da HBO, o personagem-título até tenta, mas tem cada vez mais dificuldade de deixar seus assassinatos no passado. Criada por Alec Berg e Bill Hader, este último também protagonista, a produção já nos ofereceu momentos brilhantes nessa jornada agridoce. Durante duas temporadas, conseguiu nos…

Crítica Abbott Elementary S1: nos representa

Produções norte-americanas ambientadas em escolas quase sempre nos dão sensação de inferioridade – exceto aquelas com tiroteios, que fazem lembrar o quão idiota é a política armamentista dos EUA. Tirando essas, há problemas de bullying, entre outros conflitos, mas de modo geral as escolas são boas. Há estrutura física decente, professores, material escolar. Falta alma,…

Crítica Hacks S2: opaca

A comédia Hacks estreou com vigor no ano passado. A criação de Lucia Aniello, Paul W. Downs e Jen Statsky veio para bater de frente com Ted Lasso, outra queridinha da crítica e do público. Foi um embate sem mortos e feridos, já que ambas coletaram prêmios importantes e criaram grande expectativa para a segunda…

Crítica The Marvelous Mrs. Maisel S4: nos faz gargalhar

Houve uma época que, ao falar de comédia, eu fazia associação direta com sitcom. Nos últimos anos, entretanto, comecei a ligar o gênero a maneiras mais refinadas de produção. Na busca por densidade, muitas dão um passo para o lado e injetam doses consideráveis de drama, borrando linhas imaginárias. The Marvelous Mrs. Maisel, série criada…

Crítica Love, Victor S3: jornada final fraca

A série Love, Victor, que tem um adolescente gay como protagonista, começou sua jornada como as demais produções do gênero: focando da “saída do armário”. Após essa etapa batida, pode se tornar mais complexa e desafiadora na segunda temporada. A evolução narrativa empolgou e nos deixou ansiosos pela terceira parte, anunciada previamente como a última….

Crítica Russian Doll S2: completa bagunça

Lá no longínquo ano de 2019, Russian Doll, uma série criada por Amy Poehler, Leslye Headland e Natasha Lyonne, surpreendeu com sua premissa simples e intrigante. Com ares de filme independente, misturou bem discussões terrenas com situações sobrenaturais. Logo, era grande a expectativa pela continuação. Qual seria o próximo passo dado por Nadia (Lyonne) e…

Crítica Big Boys S1: o melhor amigo hétero

Jack atrasou em um ano sua ida à universidade. Não era sua intenção, mas simplesmente não conseguiu sair da cama no dia que deveria, pois coincidia com o primeiro aniversário de falecimento do pai. Ele tinha a mãe, a avó e a prima para compartilhar a dor da perda, que durante algum tempo foi incapacitante….

Crítica Our Flag Means Death S1: um romance queer inesperado

Costumo pesquisar o mínimo possível sobre qualquer produção antes de assisti-la. A maioria das vezes, nem ao menos assisto a um trailer. Eu realmente espero ser surpreendido durante o caminho. Com Our Flag Means Death, comédia criada por David Jenkins, não foi diferente. Embarquei na aventura com o conhecimento de termos piratas como protagonistas; o…

Crítica Lov3 S1: boa produção latina

Relações de afeto, sejam entre familiares, amigos ou amantes, muitas vezes são difíceis. Cada pessoa é única – para o bem ou para o mal. Os irmãos Sofia (Bella Camero), Beto (João Vithor Oliveira) e Ana (Elen Clarice) bem mostram isso. Os protagonistas da série brasileira Lov3, de Felipe Braga e Rita Moraes, tropeçam muito…

Crítica Peacemaker S1: entre o cômico e o patético

Lançado durante a pandemia, o filme The Suicide Squad, de James Gunn, foi um completo fracasso nas bilheterias, apesar de agradar a crítica. Não podemos culpar apenas a covid-19, já que a obra de título quase idêntico à sua antecessora confundiu o público ao não ser reboot nem sequência. Em poucos anos, ocorria mais uma…

Crítica What We Do in the Shadows S3: consistente

What We Do in the Shadows, série criada por Jemaine Clement a partir de filme homônimo, é um trabalho interessante. Chegou sem grande estardalhaço, mas aos poucos se fez ser notado. Atualmente em sua terceira temporada, consegue manter o humor de sempre e expandir o universo de criaturas bizarras. Eu já vi muitas representações de…

Crítica Emily in Paris S2: insossa

A primeira temporada de Emily in Paris foi curiosa. Apesar do roteiro capenga, a beleza da capital francesa e o figurino utilizado pela protagonista interpretada por Lily Collins conseguiram dar o charme necessário para a série ser um bom passatempo. Em seu segundo ano, a produção ainda tem esses dois pontos positivos, sendo que a…