Especial: 5 motivos para conferir Formula 1: Drive to survive

Adrenalina, tensão, euforia, medo. Esses e outros tantos sentimentos ocorrem aos pilotos e ao público em uma corrida de Fórmula 1. Quando os carros alinham no grid, até mesmo respirar fica difícil. Ao apagarem-se as luzes vermelhas, é hora do show.

Acontece que os bastidores são tão ou mais animados que a corrida em si – e com a premissa de revelar o que está por trás do campeonato mais famoso de automobilismo do mundo, surge Formula 1: Drive to survive.

Criada pela Netflix em parceria com a Fórmula 1, a série documental mostra não apenas conflitos internos dos pilotos, mas também o constante jogo de xadrez entre as equipes, que avançam ferozmente suas peças doa a quem doer.

Abaixo, o Temp destaca cinco motivos para você conferir essa produção imperdível. Acelere conosco!

1 – O melhor da velocidade

Atualmente, o campeonato conta com 21 etapas. Como já é de se esperar, nem todas as provas são exatamente emocionantes do começo ao fim. Vivemos a era do reinado de Lewis Hamilton, da Mercedes, e alguns desfechos são bem previsíveis – mesmo com a ascensão de Max Verstappen, da Red Bull, e Charles Leclerc, da Ferrari.

A série serve para lapidar o material e mostrar apenas o melhor. Logo, podemos conferir os principais duelos, os maiores acertos e piores erros.

2 – A intimidade dos pilotos

Ao contrário da primeira temporada, que não contou com a participação da Mercedes e da Ferrari, a segunda acompanha todas as dez equipes que estão na disputa. É uma chance única de conhecer melhor atletas como o brincalhão Daniel Ricciardo, o inseguro Pierre Gasly e o tetracampeão Sebastian Vettel.

3 – Os dramas das escuderias

Nem todas as equipes dispõem de quantidades astronômicas de dinheiro para gastar em uma temporada. Logo, desenha-se dois campeonatos em um: aquele disputado por Mercedes, Ferrari e Red Bull; e o outro, que é das demais escuderias.

É interessante ver os constantes tropeços da Williams, a falta de uma equipe mais bem treinada na Haas, a tímida melhora da McLaren, o papel coadjuvante da Toro Rosso, entre outros tópicos abordados.

4 – Histórias bem contadas

Cada uma das duas primeiras temporadas conta com dez episódios cada. É admirável o trabalho de edição dos assuntos. Os capítulos são desenhados com começo, meio e fim próprios, como se fossem médias-metragens com vida própria, mesmo estando a serviço de um tema em comum. Dessa forma temos, por exemplo, um segmento focado na despedida de Fernando Alonso das pistas, enquanto outro traz o destino incerto de Nico Hülkenberg.

5 – Capacidade de atrair novos públicos

Não é segredo que o automobilismo precisa de uma oxigenada. O principal atributo da série é disponibilizar para diferentes públicos um conteúdo atrativo, sedutor, verdadeiramente muito bem feito.

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