Crítica The Good Place S4: paraíso finito

Uma das séries de comédia mais consistentes e inovadoras da televisão chega ao seu fim. The Good Place, de Michael Schur, encerra seu ciclo com a quarta temporada – e nos presenteia com um desfecho sensível.

Após serem enganados por Michael (Ted Danson) durante o primeiro ano, Eleanor (Kristen Bell), Chidi (William Jackson Harper), Tahani (Jameela Jamil) e Jason (Manny Jacinto) uniram-se ao antigo algoz para combater as injustiças do pós-vida, sempre com a companhia da ótima Janet (D’Arcy Carden).

Assim, dispostos a realizar significativas mudanças, ingressaram em uma jornada com excitantes reviravoltas e muitos altos e baixos. Um grupo imperfeito que representa bem a complexidade dos mortais.

O segredo da felicidade estaria em ter uma vida eterna com tudo que deseja?

Aparentemente, não. A atração nos mostra a força da significação do existir quando há um ponto de chegada. Claro que na natureza tudo se transforma – e a bondade de Eleanor faz, indiretamente, o dia de Michael mais feliz.

Para chegar a esse momento, já no paraíso, uma última tarefa deve ser completada. Assim revisitamos o antigo bairro onde vimos tantas crueldades maquiadas. Um momento de saudosismo próximo ao grande final.

Confira a crítica de The Good Place S3

As naturais interpretações nos fazem sorrir diante de personagens aos quais nos acostumamos nos últimos anos. Infelizmente – ou felizmente? –, é hora de dar tchau. Resta-nos agradecer à equipe por tão apaixonante material. O céu nunca mais será o mesmo.

Nota (0-10): 8

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