Especial: 5 personagens insuportáveis de The O.C.

A vida do jovem Ryan Atwood (Benjamin McKenzie) mudou profundamente quando ele foi morar com a família Cohen em Newport Beach. Sob a guarda de Sandy (Peter Gallagher) e Kirsten (Kelly Rowan), viveu uma montanha-russa de emoções na companhia de Seth (Adam Brody), Summer (Rachel Bilson) e o amor da sua vida, Marissa (Mischa Barton).

Mesmo com um roteiro em muitos momentos simplesmente desastroso, The O.C., série adolescente criada por Josh Schwartz, tornou-se um marco da televisão e ainda hoje é vista – e amada – principalmente por jovens.

Por mais que tenha começado bem, é preciso ressaltar que na primeira temporada a produção já dava indícios de esgotamento criativo. Na falta de uma boa história para preencher tantos episódios, situações eram repetidas a quase exaustão e, ao mudarem, tornavam-se cada vez mais estranhas.

Ainda bem que tínhamos personagens carismáticos como Summer Roberts e Julie Cooper-Nichol (Melinda Clarke) para trazer momentos de descontração. Também houve a ótima adição da Taylor Townsend (Autumn Reeser), que merecidamente cresceu em importância no último ano.

Entretanto, o que sobressai na série é a quantidade de pessoas que nos irritavam profundamente. Para muito além da Marissa, que teve seus maus momentos, mas ficou com um saldo positivo no geral, há participações realmente incômodas. Abaixo, confira as cinco mais insuportáveis:

 

 

Seth Cohen (Adam Brody)

Certamente a escolha mais contestável. Ele foi o alívio cômico perfeito na primeira temporada. Todavia, com o passar do tempo, ficou cada vez mais chato. Responsável pelas piadas mais sexistas e homofóbicas, foi o primeiro a fetichizar o romance de Marissa e Alex (Olivia Wilde). Sua compulsão por mentiras logo também virou um grande problema difícil de tolerar, já que não tinha graça alguma.

Numa escala de uma a cinco verdades, quantas ele deveria ser obrigado a contar? Mil.

Caleb Nichol (Alan Dale)

Se no caso de Seth a chatice foi acidental, Caleb foi moldado para ser detestável mesmo. Parabéns, The O.C.. O tiro foi certeiro e a gente só queria que ele partisse para o mundo dos mortos o quanto antes.

Numa escala de uma a cinco vezes, quantas ele deveria ser traído? Dez mil.

Trey Atwood (Logan Marshall-Green)

O irmão mais velho de Ryan é uma das muitas pedras no sapato do protagonista. Assim como a mãe biológica, geralmente aparecia para desapontá-lo. Chegou ao cúmulo de tentar estuprar Marissa, a gota d’água de uma sucessão de atos idiotas.

Numa escala de uma a cinco prisões, quantas ele deveria visitar? Todas.

Veronica Townsend (Paula Trickey)

Se a Taylor entrou para os nossos corações, o mesmo não pode ser dito da sua mãe. Amarga e cruel, teria sido o par ideal para Caleb caso ele não tivesse partido dessa para uma melhor. Ao menos a personagem não ganhou tanto destaque quanto a filha, o que já é um alento.

Numa escala de um a cinco filhos traumatizados, quantos deveriam denunciá-la? As duas versões da Taylor.

Oliver Trask (Taylor Handley)

O que falar dele? Estou até hoje tentando entender o que se passou na cabeça do criador da série ao inserir o personagem. Pelo menos não voltou para nos infernizar, como alguns outros fizeram.

Numa escala de um a cinco amigos de verdade, quantos ele precisa? Vinte.

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